quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

EDUCAMBIENTE


Caros colegas emaneiros!!

É com muita alegria que divulgo pra vocês que eu e mais duas amigas/sócias criamos a EDUCAMBIENTE - Treinamentos e Serviços em Turismo e Meio Ambiente.
Segue ao lado a brochura dos serviços.
Dêem uma olhada no site/blog. Ainda está em construção mas tem algumas info´s do nosso trabalho.
Ah, se tiverem algo relacionado à Educação Ambiental que queiram divulgar é só enviar para contato@educambiente.com.br e teremos muito prazer em postar.

Políticas Estaduais de Educação Ambiental e Mudança no Clima

Jaques Wagner sanciona leis que fortalecem política ambiental na Bahia
Lei definirá diretrizes de educação ambiental

Textos tratam sobre Mudanças Climáticas e Educação Ambiental no estado

O governador Jaques Wagner sancionou, na última sexta-feira (7), duas leis que visam melhorar a gestão das políticas públicas para o Meio Ambiente no estado da Bahia. Tratam-se das Leis nº 12.050, que institui a Política sobre Mudança do Clima no estado, e 12.056, que institui a Política de Educação Ambiental na Bahia. A nova legislação ambiental foi publicada no Diário Oficial do Estado deste final de semana.

Elaboradas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), e aprovadas pela Assembleia Legislativa em 22 de dezembro do ano passado, as novas leis foram construídas de forma participativa e democrática, e demonstram a preocupação e responsabilidade do Governo do Estado com a gestão das políticas públicas para o setor.

O processo de construção de ambos os projetos priorizou uma metodologia de diálogo transversal entre as Secretarias de governo e a sociedade civil, marcado por debates setoriais, consultas públicas e contribuições da sociedade.

Mudanças Climáticas

A Lei 12.050 norteará a elaboração do Plano Estadual sobre Mudança do Clima, dos planos municipais, bem como de outros planos, programas, projetos e ações relacionados, direta ou indiretamente, à mudança do clima, em consonância com a Política e o Plano Nacional.

A implementação do Plano Estadual de Mudanças Climáticas implica na conclusão dos inventários de emissões atmosféricas dos setores de agricultura e uso da terra e resíduos sólidos, além do mapa de vulnerabilidade do estado. A finalização desses instrumentos deve acontecer em 2012 e seguirá a mesma estratégia participativa adotada na construção da lei.

Educação Ambiental

Já a Lei nº 12.056 define como um dos instrumentos da política de educação ambiental o Programa Estadual de Educação Ambiental, já concluído e constituído no âmbito da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (Ciea), contendo diretrizes e estratégias que deverão orientar a implementação de uma política que servirá como referência para programas setoriais e projetos em todo o território.

Ambas as leis configuram importantes passos para a institucionalização de uma política comprometida em buscar o equilíbrio entre o crescimento econômico e a proteção do meio ambiente.

Fonte: http://www.zeneto.com.br/noticias.php?codnoticia=3525

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mata Atlântica tem menor desmate do país

Após perder mais de 75% de sua área em cinco séculos, bioma foi proporcionalmente o menos devastado entre 2002 e 2008 no Brasil

BRUNO MEIRELLES
da PrimaPagina

Dizimada durante cinco séculos, a Mata Atlântica reduziu seu ritmo de perdas nos últimos anos. A região que abriga 70% da população brasileira foi, proporcionalmente, a menos desmatada entre 2002 e 2008, segundo monitoramento por satélite feito pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), num projeto apoiado pelo PNUD.

Por se estender ao longo do litoral brasileiro, abrangendo 15 estados, a Mata Atlântica foi o primeiro bioma a sofrer com a ação humana após o descobrimento. No início, o principal alvo era o pau-brasil, hoje praticamente extinto. Em seguida, vieram as plantações de cana-de-açúcar, no Nordeste, e de café, no Sudeste, que contribuíram para a destruição de 75,88% da vegetação nativa. Hoje, só restam 22,25% de mata original e 1,87% de corpos d’água.

Entre 2002 e 2008, a área coberta por florestas encolheu 0,25% em relação à formação original — menos do que qualquer outro bioma brasileiro. Até 2002, haviam sido elimnados 75,62% da área original. Em 2008, já eram 75,88%. Em números absolutos, os 2.742 km² derrubados (457 km²/ano) a colocam na segunda posição entre as regiões que menos foram desmatadas, superando apenas os dados registrados no Pampa (2.197 km² no período).

O secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Bráulio Dias, afirma que a Mata Atlântica tem grande importância na sustentação da sociedade brasileira, contribuindo com a manutenção da qualidade da água, proteção dos solos, sequestro de carbono, entre outros. Além de se estender por 15 estados, ela conta com mais de 20 mil espécies de plantes catalogadas (mais até que a Amazônia), 261 de mamíferos, 688 de pássaros, e seus recursos hídricos abastecem cerca de 123 milhões de brasileiros.

“No sul da Bahia, por exemplo, você tem em um único hectare mais de 440 tipos diferentes de árvores. Isso é um recorde mundial. Internacionalmente, a Mata Atlântica é considerada uma das áreas mais ricas em biodiversidade e mais ameaçadas, juntamente com Madagascar e a província do Cabo, na África do Sul”, diz.

O monitoramento via satélite é apenas um registro, não incluiu um diagnóstico das causas do desmate entre 2002 e 2008. Porém, Dias aponta algumas dos elementos que foram levantados por outros estudos. “Os fatores de pressão estão principalmente ligados a agropecuária e exploração de carvão vegetal.”

Entre as medidas que o ministério tem tomado para preservar o bioma, destaca-se a aprovação da Lei da Mata Atlântica, em 2006, que criou uma série de restrições às derrubadas e impôs limites para sua exploração econômica. Ela também estabelece em quais situações é possível remover vegetação natural por razões de interesse público.

“Nós ainda publicamos um mapa produzido pelo IBGE que definiu os limites da Mata Atlântica, e, em 2010, produzimos um manual de boas práticas para a recuperação da região, voltado a todos os interessados, incluindo produtores rurais”, acrescenta o secretário.

Lideres do desmatamento

Os estados em que houve mais desmatamento entre 2002 e 2008 foram Minas Gerais (909 km²), Paraná (542 km²), Bahia (426 km²), Santa Catarina (329 km²) e Rio Grande do Sul (169 km²). Em termos relativos, quem fica na frente é Sergipe, que derrubou 0,5% dos 10.531 km² de Mata Atlântica em seu território.

Já entre os municípios, Encruzillhada (BA) ocupa o topo, com 87 km² removidos, seguido por Jequitinhonha (MG), com 50 km², Rio Vermelho (MG), com 43 km², São Francisco de Paula (RS), com 40 km², e Mafra (SC), com 38 km².

O ritmo de desmate revelado pelo governo é superior ao estimado pela SOS Mata Atlântica. De acordo com a ONG, foram derrubados 341 km²/ano entre 2000 e 2005 e 322 km²/ano entre 2005 e 2008. O ministério explica que a diferença se dá pelo fato de seu monitoramento considerar uma área remanescente quase duas vezes superior e por levar em conta de Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, que representam 20% do bioma e não foram estudados pela organização não governamental.

Com a divulgação dos dados da Mata Atlântica, o IBAMA completa o monitoramento de todos os seis biomas do país, que incluem ainda Amazônia, Pantanal, Cerrado, Caatinga e Pampas. “Agora nós vamos dar continuidade com o estudo anual. Uma equipe do IBAMA já está trabalhando com imagens do período 2008/2009 para todos esses biomas”, afirma Dias.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

GLOBO NATUREZA

Ai, galera!!Feliz 2011!!!!
Venho informar àqueles que como eu não assistem TV e podem não saber que o jornalismo da Globo lançou um novo projeto para falar das características e problemas da biodiversidade brasileira, chamado Globo Natureza.
No Jornal Nacional ele começou, nesta segunda-feira (10), com uma série de reportagens especiais sobre a Mata Atlântica.
Apesar de ser Globo, vale a pena!!
http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/01/parque-do-iguacu-e-exemplo-de-preservacao-da-mata-atlantica.html

Bjs

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Guia de Aves da MA


Segue guia de aves da Mata Atlantica publicado pela WWF Brasil.
Clique aqui.
Boas festas para todos e nos vemos em 2011.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Lançado o livreto "Observando Borboletas. Uma experiência para o monitoramento de fauna em Unidades de Conservação"


Crédito das Fotos: em sentido horário G.Lourido; R. Vieira; G.Lourido e D. Agra.
Retirado do site do INPA
O livreto, de autoria de Rosemary S. Vieira, Catarina Motta e Daniela Brito Agra, está disponível para download no Portal PPBio.

Este livreto foi feito com base em levantamentos realizados por moradores do Parque Nacional do Jaú e Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçú-Purús, ambas no estado do Amazonas. Visa contribuir para o treinamento e capacitação de pessoas que são colaboradores ativos da comunidade científica e institutições co-gestoras, nas atividades que envolvem o conhecimento e conservação da biodiversidade amazônica. Foi elaborado com recursos do MCT/CNPq/FAPEAM e desenvolvido como parte do projeto "Ferramentas para otimizar a avaliação e monitoramento da biodiversidade de borboletas", onde os moradores de Unidades de Conservação foram considerados os principais envolvidos. O projeto foi coordenado pela Dra. Rosemary Vieira e junto à uma equipe participou das coletas de borboletas em campo e processamento no laboratório. "Foi uma produtiva experiência de parceria entre instituições de pesquisa, comunidades ribeirinhas e órgãos ambientais, e que esperamos que seja ampliada para outras áreas." destaca a autora.

domingo, 7 de novembro de 2010

FLORA BRASIL- Para quem nao conhecia


Boa tarde!
A cerca de 20 dias atrás passei a conhecer um pouco mais dessa ONG do extremo sul da Bahia. Interessados, podem acessar FLORABRASIL e conhecer mais sobre essa entidade sediada na bela Itamarajú.
Saudações a todos e um bom domingo!
Rafael