sexta-feira, 29 de abril de 2011

Projeto RECOR recupera matas ciliares em Alagoas

Único projeto de Alagoas contemplado pelo programa Petrobras Ambiental em 2010, o Projeto RECOR tem como objetivo restaurar áreas degradadas de matas ciliares do rio Coruripe, na região localizada nas cidades de Teotônio Vilela e Junqueiro.

A iniciativa prevê o plantio de mais de 100 mil mudas de árvores nativas até dezembro de 2012, além de uma série de eventos e ações de educação ambiental, envolvendo toda a comunidade local.

O Projeto RECOR é uma iniciativa da AGHER – Associação Pró-Gestão dos Recursos Hídricos da Região Hidrográfica do Rio Coruripe, através do Comitê da Bacia Hidrográfica do Coruripe, em parceria com a Usina Seresta, com apoio da Usina Coruripe, e patrocínio da Petrobras, através do programa Petrobras Ambiental.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Mapa corredor da mata atlantica do nordeste

Alguém sabe o que é esse tal de corredor do NE?
Acerte e ganhe um ingá de metro, doado pelo Bruno.
Sehue mapa para download
Sds,

domingo, 3 de abril de 2011

Código Florestal

Olá, emaneir@s!!!

O tema que segue no link é relevante e a comunicação da apresentação é excelente - vale apena ver!!

Divulguem, por favor!!



http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=p_3tXpu1-IM

sábado, 2 de abril de 2011

Projeto Floresta Sustentável


A Fundação Garcia D´Ávila participou da Seleção Publica 2010 do Programa Petrobras Ambiental (PPA). Nesta edição a Petrobras disponibiliza R$ 78,2 milhões a iniciativas em todo país.

Foram inscritos 928 projetos e selecionados 44, apenas 2 contemplados na Bahia, entre eles o Projeto Floresta Sustentável, que tem como objetivo reflorestar e recuperar areas degradadas de mata Atlantica em trecho APP do rio Pojuca, visando a formação de corredores ecologicos para conectar os fragmentos da Sapiranga e a Camurujipe (Mata de São João), com o envolvimento da comunidade. Mais informações, http//www.petrobras.com.br/ppa2010/resultado

quarta-feira, 30 de março de 2011

Sua Mata, Sua Casa em Salvador

Últimos dias da exposição “Sua Mata, Sua Casa’’ em Maceió. Salvador é a próxima capital a sediar a iniciativa

A exposição interativa “Sua Mata, Sua Casa” permanece em Maceió até esta quinta (31/03), no Maceió Shopping, das 10h às 22h. Em abril, é a vez de Salvador receber a mostra, que estará aberta à visitação na capital baiana a partir do dia 7 de abril (sexta), no 1° piso do Shopping Barra. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 9h às 22h, e aos domingos, das 12h às 20h. A cerimônia de abertura acontece às 19h do dia 7 de abril. O projeto comemora os 25 anos da SOS Mata Atlântica e destaca como essa floresta está relacionada ao dia a dia dos brasileiros. Os visitantes podem aprender mais sobre a Mata de maneira divertida e interativa, através de instalações, iPADs, mesas multi-touch, etc. Completam a programação outras atividades como shows, bike reportagens, debates sobre políticas públicas, etc. A iniciativa conta com o patrocínio de Bradesco Cartões e Natura e apoio local dos shopping centers.

Fonte: SOS Mata Atlântica

quinta-feira, 3 de março de 2011

Segundo cientista, existe Mata Atlântica no Piauí. Saiba onde!

A polêmica sobre a existência de Mata Atlântica no Piauí ganhou um forte reforço com a divulgação de uma entrevista com a arqueóloga Niéde Guidon, que confirma textualmente a presença da floresta tropical no interior do estado. A constatação é fruto das pesquisas de sua equipe que durante quatro décadas estudou profundamente as características naturais da região da Serra da Capivara, realizando inclusive um inventário da flora.

Em uma ampla entrevista veiculada por uma emissora de televisão de Teresina, Niéde Guidon explicou a ocorrência dessa formação vegetal e foi além, afirmando que o Piauí abriga não apenas elementos da Mata Atlântica como também da floresta amazônica. E para provar isso, ela indicou um biólogo de sua equipe que foi ao campo mostrar aos repórteres algumas espécies da Mata Atlântica em plena caatinga. Os estudos que comprovam a Mata Atlântica no Piauí foram coordenados pela botânica francesa Laure Emperaire.

Para os ambientalistas, a entrevista de Niéde Guidon, derruba a estratégia do secretário de Meio Ambiente do Piauí, Dalton Macambira, que vem realizando uma forte campanha para convencer a população piauiense de que não existe Mata Atlântica no estado. Dalton vai além e afirma que já pediu ao IBGE para retirar o Piauí do mapa da Mata Atlântica, como se isso fosse uma decisão meramente política.

Segundo o biólogo Francisco Soares, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) e da Fundação Rio Parnaíba (FURPA), Dalton Macambira, está preocupado mesmo é com a aplicação da Lei n° 11.428 que regulamenta a Mata Atlântica e impede empreendimentos que causem destruição ao meio ambiente, caso do projeto de carvão vegetal da empresa JB Carbon S/A, na região da Serra Vermelha.

“O secretário Macambira já foi desmoralizado algumas semanas atrás com um artigo da promotora Carmem Almeida, que é especializada em direito ambiental pela PUC do Rio de Janeiro e já foi a curadora de Meio Ambiente do Piauí. Agora, foi a vez de uma cientista que pesquisa há 40 anos no Piauí confirmar a existência de Mata Atlântica no sertão. O que Dalton vai dizer agora?”, questiona o biólogo.

Para o representante da FURPA, o único argumento que o secretario de Meio Ambiente utiliza para afirmar que não existe a Mata Atlântica no Piauí, é um estudo realizado pelo professor da Universidade Federal do Piauí (UFPI), Alberto Jorge. “O problema, é que esse estudo foi pago pelo empresário João Batista Fernandes, da JB Carbon, e os levantamentos foram realizados exclusivamente na área do projeto Energia Verde, na Serra Vermelha”, denuncia Francisco Soares.

Para o jornalista e ambientalista Dionísio Neto, da Rede Ambiental do Piauí (REAPI), o Piauí vai contra o restante dos estados brasileiros que sentem orgulho de possuir a vegetação de Mata Atlântica em seu território. “Só existe uma explicação para a atitude do secretário Dalton Macambira: interesses econômicos contrariados. Não é a toa que Dalton Macambira acaba de ser condenado pela Justiça Federal do Piauí”, finalizou.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mel brasileiro conquista o mercado externo


Colmeia na fazenda experimental da Embrapa Meio-Norte, no Piauí. (Foto: Rogério Rangel/FINEP)
A apicultura nacional virou a página de uma história de produção incipiente e limitada ao consumo local, para um cenário atual no qual o Brasil desponta como o 11º mais importante produtor mundial e o 5º em exportação. O mel brasileiro é hoje cobiçado pelos principais mercados internacionais, por ser livre de defensivos e pelo excelente padrão de qualidade. Em 10 anos, a produção triplicou e as exportações deram um salto de mais de 9.000%, segundo dados da CBA (Confederação Brasileira de Apicultura). Isso se deve a uma combinação de fatores, que vão desde o recente embargo do mel chinês no mercado mundial, até a crise que quase causou o extermínio de colmeias americanas e europeias, passando por um crescente investimento governamental. Só a FINEP destinou nos últimos oito anos cerca de R$ 6,6 milhões para projetos de infraestrutura e pesquisas no setor.

A revolução da cultura apícola nas últimas décadas tem no Nordeste seu principal exemplo de mudança. O Piauí é hoje um dos principais centros de produção de mel do País e, em 2009, foi o segundo exportador nacional, segundo dados do IBGE. Tradicionalmente, as regiões Sudeste e Sul detinham essa cultura desde o século XIX, com a introdução no Brasil das primeiras abelhas vindas da Europa, no Rio de Janeiro. Hoje, as duas regiões ainda figuram entre os principais produtores, mas o avanço nordestino tem sido vertiginoso. A região é a que tem mais estados na lista dos 10 principais exportadores brasileiros, na média dos últimos cinco anos: 1º (SP), 2º (PI), 3º (CE), 4º (RS), 5º (SC), 6º (PR), 7º (RN), 8º (MG), 9º (BA) e 10º (MA).

Veja aqui a matéria completa na 10ª edição da revista Inovação em Pauta, da FINEP.

(3/2/2011)